FISCALIZAÇÃO – Força-tarefa contra irregularidades em postos de combustíveis termina com nove autuações no CE


A maioria das autuações foi pela prática de preços abusivos.

Com o fim da operação “Consumo Seguro”, o Procon Ceará registrou nove autuações contra postos de combustíveis no Ceará por fraudes e preços abusivos. As fiscalizações ocorreram em oito municípios do Interior do Estado, entre a última terça (5) e esta quinta-feira (7), e contou com apoio da Polícia Civil e do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem).

A operação foi coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e foi realizada simultaneamente em todo o Brasil. O objetivo era verificar possíveis fraudes metrológicas, além de irregularidades na comercialização de combustíveis e práticas abusivas que pudessem causar prejuízo direto ao consumidor.

 

Policiais civis e fiscais do Procon autuam posto de gasolina.
Legenda: Os trabalhos foram auxiliados por policiais civis da Delegacia do Consumidor (Delecon).
Foto: Divulgação/Procon Ceará.
Embora a força-tarefa tenha sido concluída, o Procon garantiu que continuará fiscalizando diferentes regiões do Estado a partir de denúncias e monitoramento de mercado. Inclusive, consumidores que identificarem suspeitas de fraude no abastecimento ou aumentos sem justificativa podem procurar o órgão livremente pelos canais oficiais.

Que irregularidades foram encontradas nos postos de combustíveis do Ceará?

No Ceará, a principal irregularidade detectada pela fiscalização foi a prática de preço abusivo, prevista no Código de Defesa do Consumidor.

Foram vistoriados estabelecimentos em oito municípios: Itapipoca, Tianguá, Viçosa do Ceará, Canindé, Baturité, Aquiraz, Pindoretama e Cascavel. No entanto, os problemas foram encontrados em postos apenas de seis cidades. Veja, a seguir, um balanço das principais autuações:

  • Itapipoca: duas autuações devido a uma diferença entre a quantidade de combustível comprada e o volume efetivamente entregue ao consumidor;
  • Canindé: duas autuações por elevação de preços sem comprovação técnica, econômica ou tributária que justificasse os reajustes praticados;
  • Aquiraz: uma autuação devido a uma bomba medidora que apresentava divergência na correspondência entre o volume fornecido e o total pago.

Em Tianguá (uma autuação), Pindoretama (uma autuação) e Cascavel (duas autuações), foram identificados, basicamente, preços abusivos.

Asa Branca News via DN

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