A protetora de animais e fundadora da ONG Anjos da Proteção Animal (APA), Stefanie Rodrigues, destacou que o movimento vai além de um caso isolado e representa a luta por respeito, políticas públicas eficazes e justiça para todos os animais que não têm voz.
Protestos em capitais brasileiras
Protestos semelhantes ao de Fortaleza foram registrados em cidades como São Paulo (SP), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Manaus (AM), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Vitória (ES) e Rio Branco (AC).
Em São Paulo, participantes do ato vestiram, em grande número, roupas pretas e também camisetas com uma imagem do cão e frases como “Não foi só um latido, foi um chamado por justiça!”.
Adesivos com mensagens semelhantes foram distribuídos entre o público, composto por pessoas de todas as idades, algumas levando seus animais. A mobilização aconteceu na Avenida Paulista.
O caso do cão Orelha foi denunciado à polícia no dia 16 de janeiro. Inicialmente, quatro adolescentes foram investigados pela Polícia Civil de Santa Catarina, suspeitos de participação no crime. No entanto, o envolvimento de um deles foi descartado recentemente e o rapaz passou de suspeito para testemunha.