Estudo realizado com mais de 5,3 mil trabalhadores do Nordeste concluiu que 5 práticas são vistas como preponderantes pelos profissionais para um bom nível de satisfação/felicidade nas empresas.
Realizado pela Flash em parceria com a FGV EAESP, o Engaja S/A, índice nacional de engajamento, chegou à terceira edição. Foram ouvidos profissionais entre junho e agosto de 2025. Veja os principais fatores citados:
1) Benefícios flexíveis
Líder isolado do ranking, o benefício flexível traduz o desejo por autonomia e personalização. Ele permite que cada trabalhador escolha o que faz sentido para sua vida e se torna um diferencial decisivo em uma região diversa e plural, diz a pesquisa.
2) Previdência privada
O segundo item mais valorizado reflete a importância da segurança financeira de longo prazo. A previdência aparece como símbolo de planejamento, estabilidade e cuidado com o futuro, especialmente em um cenário de aumento da formalização e expectativa de ascensão.
3) Day off de aniversário
Além de simples e acessível, o day off reforça reconhecimento, equilíbrio e respeito ao tempo pessoal. Conforme o estudo, em um mercado aquecido, a prática funciona como gesto de cuidado emocional e contribui diretamente para a qualidade de vida.
4) Desenvolvimento pessoal e profissional
O aprendizado contínuo é visto como caminho de autonomia e ascensão. Por isso, práticas como capacitação, mentoria e bolsas de estudo aparecem entre as mais citadas, indicando que investir em educação é uma das formas mais eficazes de gerar engajamento no Nordeste.
5) Mentoria
Fechando o ranking, a mentoria se destaca como prática que acelera desenvolvimento, amplia visão de carreira e fortalece conexões dentro da organização. Para trabalhadores que buscam ascensão profissional, ela representa orientação, apoio e acesso a experiências que impulsionam crescimento real.
Autonomia e estabilidade
Para Isadora Gabriel, CHRO da Flash, o movimento observado é consistente com a maturidade da região. “O trabalhador nordestino valoriza autonomia, estabilidade e evolução. Quando a empresa oferece benefícios que se adaptam à vida das pessoas, investe em educação e forma líderes emocionalmente preparados, ela cria um ambiente onde o colaborador se sente visto e apoiado e isso tem impacto direto na felicidade”.
“Quando as pessoas percebem que têm apoio financeiro, oportunidades reais e um ambiente emocionalmente equilibrado, elas se conectam com o trabalho de forma muito mais profunda. Felicidade, no fim, é sobre equilíbrio e possibilidade”, comenta.
Asa Branca News via DN





