O 26º Dia de Copa do Mundo foi de tristeza para os amantes do futebol, com a despedida de Cristiano Ronaldo das Copas do Mundo com a eliminação de Portugal, mas de alívio por vitória da Bélgica.
Não que a Bélgica seja uma seleção amada, que encante pelo seu futebol, mas para evitar um perigoso precedente e ‘salvar’ o esporte, salvar a Copa.
Adeus de CR7
Enfrentar a Espanha seria muito difícil para Portugal. A Fúria era favorita pelo time que tem e os lusitanos competiram, mas criaram pouco para vencer.
E a Espanha, controlou o jogo, criou as melhores chances e exigiu grandes defesas de Diogo Costa.
O gol no fim marcado por Merino foi decisivo e classificou a equipe que quis mais. A Espanha é uma das favoritas ao título.
E para Cristiano Ronaldo, que teve poucas chances, foi um encerramento. Ele afirmou após o jogo que foi sua despedida da seleção portuguesa, com o dever cumprido.
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Aos 41 anos, o ‘robozão’ tentou ser útil e competitivo na Copa do Mundo, mas até para ele, que é um exemplo de atleta e que se cuida, era difícil que se sobressair pela idade que tem, pelo nível físico do jogo.
Ele se despede como um jogador gigantesco e que tinha companheiros de qualidade, como Bruno Fernandes, João Felix, João Neves, Vitinha, Pedro Neto, Nuno Mendes, mas todos foram apenas regulares e não foram capazes da fazer de Portugal um time capaz de bater um favorito.
Somando todas as Copas do Mundo de Cristiano (2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026), ele soma 27 jogos de Copa do Mundo e 2.206 minutos em campo. Marcou 11 gols nessas partidas e distribuiu 2 assistências, segundo o Sofáscore. Isso representa cerca de 82 minutos por partida, o que mostra como ele permaneceu em campo para decidir confrontos.
Ele mudou o patamar a Seleção Portuguesa, com boas campanhas em Copas do Mundo, título da Eurocopa e Liga das Nações.
Bélgica ‘salva’ Copa
Não é exagero dizer que a Bélgica salvou a Copa do Mundo ao eliminar os Estados Unidos. Tudo por causa de uma atitude vergonhosa da FIFA, que acatou um ‘pedido’ do governo americano para anular um cartão vermelho do atacante Balogun e permitir que ele jogasse.
Vocês imaginam se os Estados Unidos vencem com dois gols dele? A Copa estaria manchada. A Bélgica teria todos os motivos para anular o jogo.
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A FIFA não poderia abrir esse precedente perigoso ao anular um cartão vermelho, ainda mais com a acusações ao árbitro brasileiro, Raphael Claus, não comprovadas vindas do Governo Americano.
É uma pena para a Seleção Norte Americana, que jogava um futebol bonito e ganhou a antipatia depois disso.
Com certeza outras seleções podem pedir agora a anulação de cartões vermelhos até o fim da Copa. A FIFA que se vire após a bobagem que fez.
A Bélgica superou tudo isso, goleou e chega forte contra a Espanha, apesar de não ser favorita.
Asa Branca News via DN





