SAÚDE – Gripe K: Ceará tem três casos confirmados de mutação do vírus da Influenza A


Amostras foram coletadas em Fortaleza e Caucaia entre janeiro e fevereiro. Sintomas são semelhantes aos da gripe comum, segundo especialistas.

O Ceará confirmou três casos de infecção da mutação K do vírus da Influenza A (H3N2). As amostras foram coletadas em Fortaleza e Caucaia, na região metropolitana da capital, entre 4 de janeiro e 7 de fevereiro, durante as semanas epidemiológicas de 1 a 5.

💡 A gripe K não é uma doença nova, mas resultado de uma mutação natural do vírus Influenza, que ocorre anualmente.

Na vigilância do vírus Influenza A, três amostras coletadas no Ceará apresentaram o subtipo A (H3N2), clado K (grupo com variações e mesma origem). Duas amostras foram de Caucaia e uma de Fortaleza. A análise foi realizada pelo Centro Nacional de Influenza/Instituto Evandro Chagas (NIC/IEC).

As informações constam na nota técnica “Vigilância Laboratorial dos Vírus Respiratórios e Subtipagem do vírus Influenza A”, publicada pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) em 22 de fevereiro deste ano.

A Sesa explicou que, historicamente, o H3N2 apresenta uma taxa de mutação mais acelerada que o H1N1, o que leva à formação frequente de novos “clados”. “Um exemplo recente de grande relevância é o surgimento e a dispersão do subclado K”, diz o documento.

Segundo especialistas da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), os sintomas são semelhantes aos da gripe sazonal, incluindo febre, mal-estar, dores no corpo, dor de cabeça, tosse, dor de garganta e cansaço.

A transmissão da gripe K ocorre principalmente por meio de gotículas expelidas ao tossir, espirrar ou falar, além do contato com superfícies contaminadas.

Asa Branca News via G1


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